Sou médico, mas antes disso sou alguém que conhece o território do sofrimento psíquico por dentro. Minha escuta não nasce apenas dos livros, mas da experiência viva de quem já atravessou crises, silêncios, angústias e processos profundos de transformação.
Acredito em uma Psiquiatria que não violenta a alma. Uma Psiquiatria que respeita o tempo do paciente, que sustenta o silêncio quando ele é necessário e que sabe intervir com precisão quando é hora de agir. Trabalho com base científica sólida, mas não reduzo o humano a sintomas nem a vida a diagnósticos.
Minha prática integra a Psiquiatria clínica com uma visão ampliada do ser humano, dialogando com a espiritualidade e o autoconhecimento. O cuidado acontece no encontro — no vínculo, na confiança e na possibilidade de o paciente se sentir seguro para existir como é.
Atendo pessoas que estão em sofrimento emocional, em crises, em fases de transição ou em busca de maior clareza interna. Meu compromisso é caminhar junto, com ética, presença e responsabilidade, ajudando a organizar o caos, aliviar a dor e, quando possível, ampliar a consciência.
Aqui, o tratamento não é apenas sobre controlar sintomas. É sobre recuperar sentido, habitar a própria vida e voltar a respirar com mais inteireza.